ORIGEM DO VESTIDO


OS VESTIDOS COMEÇARAM A APARECER NA DÉCADA DE 1800, E SOMENTE AS MULHERES USAVAM A PEÇA. INTERESSANTE NÉ! NO POST VOCÊ CONFERE MAIS CURIOSIDADES SOBRE ESTA PEÇA.

Acredita-se que o uso de roupas por parte do homem começou e se espalhou provavelmente para providenciar proteção contra fatores naturais e por aparência. Um caçador pré-histórico poderia usar a pele de um urso para mantê-lo quente e como um sinal de força, bravura e habilidade como caçador. 

Já na idade média o que era sinônimo de status social eram as túnicas que tinham um corte mais reto e toda detalhada em pedras e bordados. 

Logo mais em 1860 os vestidos ganharam um adereço que era conhecido como crinolinas, armações que eram colocadas sob os vestidos para dar mais volume. As mulheres da alta sociedade utilizavam esse adereço juntamente com os corpetes que as deixavam muito mais femininas e sensuais.

Os vestidos eram longos e as cores mais neutras, porém em 1870 os vestidos começaram a mudar no mundo da moda e surgiram modelos com cores mais vibrantes, tecidos mais fluidos e estampas florais.

E foi em 1900 que as crinolinas e corpetes foram aos poucos desaparecendo, nesta época a moda quis mostrar mais o lado da naturalidade da silhueta feminina. Os vestidos tinham um caimento mais natural e eram todos trabalhados em renda e estampas florais delicadas. E já em 1920 o vestido no mundo da moda começou a mostrar mais o corpo da mulher. Eles apareceram com mangas mais curtas e comprimento pouco abaixo do joelho. Eram mais folgadinhos, porém tinham uma marcação na cintura. Ainda em 1920 Coco Chanel lançou o básico pretinho que foi uma revolução no mundo fashionista. O que antes representava o luto, agora era tendência.

Em 1940 os vestidos já começaram a aparecer em modelos mais sensuais mostrando o colo da mulher, sem mangas, mais justos e ainda com o comprimento abaixo do joelho.

E foi a partir de 1960 que o jeans começou a dar as caras no universo fashion. Em 1980 surgiu o vestido jeans, nesta época o jeans era tendência total. Calça jeans destroyed, calça e jaqueta jeans com patches e também as mulheres começaram a usar muito o vestido jeans.

Ele voltou a fazer sucesso em 1990 e 2000 quando o jeans ainda estava em alta. 

 O ENCURTAMENTO DOS VESTIDOS

Os anos 20 podem ser considerado como a década da liberdade feminina. Livres dos espartilhos, usados até o final do século XIX, a mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas, o colo e usar maquiagem. A silhueta deste período era tubular, como os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, facilitando os movimentos frenéticos exigidos pelo charleston. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. Isto porque a intenção estava totalmente voltada para os tornozelos.

Os anos 80 serão eternamente lembrados como uma década onde o exagero e a ostentação foram marcas registradas. A moda atendia a esses desejos, criando um estilo nada simplório. Todas as roupas de marcas conhecidas estampavam sua logo marca no maior tamanho possível.

Os vestidos passaram a valorizar mais o corpo feminino, com cintura marcada, fendas, tomara que caia ou saias balonês. Tudo acompanhado de acessórios Dourados. Na maquiagem, as mulheres abusaram do colorido da época com sombras fortes, olhos bem pintados e batons de cores vivas, como o vermelho, pink e marrom escuro. O encolhimento se deu por períodos e movimentos sociais e culturais (artísticos), ao longo da História. Uns para demonstrar a rebeldia, já outros por necessidade econômica e versatilidade no guarda-roupa.

VESTIDOS DE GALA

Os vestidos de gala são roupas únicas, que identificam a postura e hierarquia da mulher no meio de uma sociedade, que ao longo dos anos mostrou-se muito eficiente para definir padrões. Em consequência disto, houve grandes evoluções no tipo de costura, tecido e design nos padrões de gala feminino.

O decote tomara que caia é extremamente feminino, sensual e atraente. Na história da moda, os vestidos tomara que caia são verdadeiros ícones. Os modelos com barbatanas realçavam o busto com cinta para diminuir a cintura (caracterizando a cintura de “vespa”). Eles sinalizavam uma sensualidade característica das várias mulheres da época que idealizavam um casamento perfeito junto ao “príncipe do cavalo branco”.

Embora seja uma variação dos corseletes do século 15, o tomara que caia como conhecemos hoje surgiu em 1946, quando o figurinista Jean Louis criou um modelo de cetim para a atriz Rita Hayworth usar no filme Gilda. Nos anos 1950, o estilista Balenciaga fez esse decote com corpo justo e saia rodada, que é copiado até hoje. Por causa das barbatanas e da estrutura rígida, o tomara que caia afina a cintura e mantém a postura reta. Rita Hayworth tornou-se uma referência deste modelo no filme Gilda, em 1946.

Fonte: Consciência Jeans, Moda Multimídia